Sistema de Automação em Movimentação de Coluna

O procedimento usado atualmente para movimentação de colunas é um sistema manual que exige hoje a participação de 3 funcionários, 1 operador de dispositivo de movimentação de coluna que fica na base abrindo e fechando o dispositivo de ancoragem “aranha”, 1 operador de dispositivo de movimentação de coluna que fica no topo do sistema para abrir e fechar o “elevador” de coluna, além de 1 “sondador” que trabalha na movimentação da coluna, para cima ou para baixo. Este sistema convive ainda com algumas variáveis que podem colocar em risco toda a operação além das vidas de seus operadores, tais como: cansaço humano, balanço do navio ou sonda, situações climáticas que limitam a visibilidade dos operadores (nevoeiro, chuva, rolling...). O sistema da CINQ, é pneumático, (ecologicamente correto), já de início elimina 33% do risco por falha humana pois utiliza apenas 2 funcionários, 1 “sondador” que trabalha na movimentação da coluna, para cima ou para baixo e 1 operador do painel de automação que ainda possui outros dispositivos de segurança como alerta visual e sonoro que avisam quando o sistema está corretamente acoplado, chave de segurança que impede que o operador inadvertidamente acione uma chave fora da hora pois ela fica travada e só é liberada quando o sistema está corretamente acoplado e ainda exige que o operador acione duas chaves ao mesmo tempo.

Freio de Segurança em Intervenção em Poços

O gerenciamento das atividades das plataformas ou poços de petróleo, exigem paralisações programadas de manutenção, quando empresas especializadas atuam através de (wireline), cabeamento usado para baixar equipamentos ou dispositivos de medição em poço para intervenções e avaliações do reservatório, ou (slickline) através de fios/arames especiais com instrumentos para remoção de cera, crosta, areia e outras manutenções. Estes processos correm sempre o risco de rompimento deste “fio” permitindo que a ferramenta utilizada se projete para dentro do poço, exigindo a contratação de empresas especializadas para realizar a “pescaria” deste cabo/fio rompido e sua respectiva ferramenta. Lembrando que esta tarefa consome no mínimo uma semana (temos informações que em abril na bacia de Campos uma equipe levou mais de 150 dias “pescando” uma ferramenta perdida em uma plataforma a serviço da Petrobrás), o que deixa o poço sem produção durante todo este tempo, além de gerar para a empresa operadora do Slickline uma multa por “downtime”, quando a previsão de manutenção é ultrapassada. O Freio de Segurança projetado pela CINQ, é uma ferramenta colocada na “boca” do poço, por onde o slickline é introduzido e através de sensores eletrônicos e dispositivos elétricos (a prova de explosão) estrategicamente instalados, aciona um dispositivo mecânico que trava o fio/arame antes que ele se projete para dentro do poço, evitando os prejuízos causados pela interrupção das atividades do mesmo.